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O dia 30 de maio é o Dia Mundial da Esclerose Múltipla (EM). A data é reservada para a conscientização sobre a doença, que é incurável, mas tem tratamento. No mundo, são mais de 2,3 milhões de pacientes. No Brasil, mais de 30 mil pessoas têm a doença, mas o Ministério da Saúde acredita que o número é ainda maior, devido as dificuldades de diagnóstico.
A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica e autoimune, que acomete o sistema nervoso central provocando dificuldades motoras e sensoriais. O Brasil já conta com medicamentos modernos, que impedem a progressão da patologia. Mas ainda é preciso avançar no diagnóstico, assim como no acesso e no entendimento sobre o uso das terapias, o que inclui a necessidade de revisão do Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da doença.
A doença afeta com mais frequência adultos entre 18 e 55 anos de idade - e é mais recorrente em mulheres. No Brasil, sua taxa de prevalência é de aproximadamente 15 casos por cada 100.000 habitantes.
Recentemente, o Ministério da Saúde atualizou o Protocolo Clínico da EM, com a incorporação de novos medidamentos. Confira na integra no link: http://conitec.gov.br/images/Relatorios/2018/Relatorio_PCDT_EscleroseMultipla.pdf
O diagnóstico da Esclerose Múltipla é feito com base em critérios específicos, o exame de ressonância magnética (RM) do encéfalo é fundamental e demonstrará lesões características da desmielinização.
Ainda devem ser realizados alguns exames laboratoriais (exames de anti-HIV e VDRL e dosagem sérica de vitamina B12) no sentido de excluir outras doenças de apresentação semelhante à EM. O Potencial Evocado Visual também será exigido, quando houver dúvidas quanto ao envolvimento do nervo óptico pela doença.
Após o estabelecimento do diagnóstico, deve-se estadiar a doença, ou seja, estabelecer seu estágio ou nível de acometimento por meio da metodologia de Escala Expandida do Estado de Incapacidade (Expanded Disability Status Scale - EDSS). O EDSS é a escala difundida para avaliação de EM. Possui vinte itens com escores que variam de 0 a 10, com pontuação que aumenta meio ponto conforme o grau de incapacidade do paciente e é utilizado para o estadiamento da doença e para o monitoramento do paciente.
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