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Não há vagas no sistema público, particular ou de convênios nos hospitais da cidade

Foto: Divulgação

Umuarama vive um dos piores dias da Pandemia de Covid-19

Publicado em 09/03/2021 às 10:35

Seis pessoas aguardam leitos de UTI e 28 de enfermaria nos municípios da 12ª Regional de Saúde de Umuarama, na manhã desta terça-feira (9). Não há vagas no sistema público, particular ou de convênios nos hospitais de Umuarama, que vive um dos piores dias da Pandemia de Covid-19. A ocupação de UTIs na Macrorregião é de 97,2% e de enfermaria 87,38%.
“Estamos num dos piores dias. Neste momento, estamos com dois pacientes no pronto socorro, porque não tem leitos nas alas. Que situação! Está um caos. Dá dó dos pacientes, dá dó das famílias. Tudo isso está muito triste”, disse Renilde Alvarenga, que é administradora da Associação Beneficente São Francisco de Assis, Hospital Cemil, hospital de referência no tratamento de Covid-19. 
A todo momento chegam novas solicitações de leitos para doentes de Covid-19 e a situação é parecida em todos os hospitais da região. 
A busca não para. “Não vamos medir esforços e se Deus quiser vamos conseguir leitos para todos. Mas a coisa está difícil aqui”, desabafou o coordenador da Regulação de Leitos da Macrorregião Noroeste, Adelson Gonçalves.
De acordo com o relatório da Regulação, em toda a Macrorregião 164 pacientes aguardam leitos, sendo 57 para UTIs e 107 para enfermarias.

CUIDADOS E VACINAÇÃO
As recomendações dos especialistas para diminuir a incidência de casos graves é redobrar os cuidados preventivos e aderir à vacinação para barrar o contágio.
•    O uso de máscara, higienização das mãos, distanciamento e isolamento social são as medidas preventivas mais eficazes. 
•    O paciente confirmado com Covid-19 deve ficar isolado e comunicar todas as pessoas com quem teve contato próximo.
•    Em caso de sintomas, o paciente deve buscar imediatamente atendimento médico. Não deixe os sintomas se agravarem para procurar ajuda. 
•    As pessoas que pertencem aos grupos que têm direito à vacinação, devem tomar as doses assim que disponíveis nos postos de saúde. Quanto maior o número de pessoas imunizadas, menor é a transmissão do vírus. 

 

Rosi Rodrigues
Jornalista 
Movimento Saúde

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