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As cidades de Francisco Alves, Icaraíma, Xambrê, Perobal, Ivaté e Nova Olímpia também estão em epidemia

Foto: Divulgação

Umuarama registra 404 casos de dengue; município continua em epidemia

Publicado em 02/08/2019 às 09:41 por Rosi Rodrigues
O boletim semanal da dengue divulgado nessa semana pela Secretaria Estadual de Saúde aponta que Umuarama ainda continua em estado de epidemia de dengue. De acordo com o documento, a cidade acumula 404 casos confirmados da doença, seis a mais dos que foram registrados na última semana.
 
Com os casos confirmados, a Capital da Amizade encontra-se entre os 96 municípios em estado de epidemia. O índice de incidências na cidade é de 372,4. O Ministério da Saúde coloca em alerta as cidades que têm entre 100 a 299,99 casos a cada 100 mil habitantes.
 
Umuarama também possui 1396 notificações da doença. Desse número, 890 foram descartadas. A 12ª Regional de Umuarama, que compreende a região de Umuarama possui 1.008 casos confirmados de dengue e 3309 notificações.
 
Também estão em estado de epidemia os municípios de Francisco Alves, Terra Roxa, Moreira Sales, Cianorte, Alto Piquiri, Palotina, Icaraíma, Xambrê, Tapejara, Paranavaí, Brasilândia do Sul, Perobal, Ivaté, Nova Olímpia e Cidade Gaúcha.
 
A orientação da secretaria estadual da Saúde é para que as pessoas fiquem atentas a todos os tipos de criadouros. A coordenadora da Divisão de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte destaca que é importante verificar locais que muitas vezes não são identificados como criadouros, mas que colocam a saúde de todos em risco. Alguns exemplos são as caixas de água, que devem estar bem fechadas, antenas parabólicas, grades e portões, troncos ocos de árvores, além de ralos e vasos sanitários de residências que estão fechadas, como casas de praia.
 
Todo lugar que pode acumular água de ser investigado, limpo e protegido. “Os ovos do mosquito Aedes aegypti permanecem viáveis por até 450 dias. No momento em que encontram as condições ideais, como o aumento das temperaturas na mudança para a próxima estação, eclodem, se transformam em larvas e depois em mosquitos”, explica vana.
 
Fonte: Obemdito com Informações da Agência Estadual de Notícias.
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