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A Lei Áurea libertou o escravos, mas ainda hoje se sentem as consequências de tantos anos de escravidão

Foto: Divulgação

5 conteúdos para refletir sobre a escravidão

Publicado em 13/05/2019 às 13:00

No dia 13 de maio relembramos os 131 anos da Lei Áurea. Em 1888, como resultado de pressões externas e internas, a princesa Isabel assinou o fim da escravatura no país. No continente americano, o Brasil foi o último a acabar com a escravidão, e ainda temos um longo caminho até acabar com as heranças desse período que deixam marcas nas relações sociais até hoje. Por isso, selecionamos 5 conteúdos para entender o contexto da abolição e refletir sobre o assunto:

O fim da escravidão foi imediato?

Por leis anteriores, muitos negros já não eram mais escravos em 1888. Com resistência de alguns fazendeiros e a maior dificuldade de circular informações, no dia 14 de maio o país ainda não havia acordado com toda a população livre.

Por que o dia da Consciência Negra não é no dia da Lei Áurea?

Apesar da abolição da escravidão ser o principal marco da luta dos negros por sua liberdade, a data estabelecida foi 20 de novembro, aniversário da morte de Zumbi dos Palmares (1655-1695), símbolo da resistência negra. Especialista explica que é uma questão de protagonismo, entenda:

Abolição, sim. Igualdade? Ainda não

O país foi construído com base na exploração dos povos africanos que foram trazidos para cá pelos europeus e, mesmo com o fim da escravidão, a população negra no país sofre com o racismo estrutural e não tem acesso às mesmas oportunidades.

Estudar a escravidão a partir das referências locais

Em Leopoldina, Minas Gerais, o professor João Paulo Pereira de Araújo percebeu que seus alunos não sabiam que a cidade havia sido uma das regiões do Brasil com mais escravos e viu uma oportunidade para estudar a história local do município, aprofundar nesse período e incentivar que os alunos refletissem sobre as heranças da escravidão na cidade.

Escravidão contemporânea

Não apenas para estudar o passado, mas também para refletir das condições de trabalho e o que pode configurar uma situação análoga à escravidão. Apesar de não ser mais nos mesmos moldes que o período colonial, ainda há pessoas que trabalham em condições sub-humanas.

Fonte: Revista Nova Escola

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