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Umuarama está livre da dengue. Será?

Publicado em 09/11/2022 às 11:14 por Editoria Movimento Saúde

Os últimos Índices de Infestação Predial (IIP) apurados em Umuarama mostram uma diminuição da infestação pelo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, no município. O último levantamento ficou abaixo do limite de segurança de 1% estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). 
Realizado no período de 31 de outubro a 4 de novembro, o Liraa revelou um IIP de 0,8%, que deixa a cidade com baixo índice de infestação. Mas será que Umuarama está livre da dengue? 

As autoridades de saúde afirmam que a população não pode relaxar para que os índices se mantenham baixo. 
Umuarama contabiliza 53 casos positivos de dengue, registrados a partir de 31 de julho deste ano – quando iniciou-se um novo período sazonal para a doença. Há ainda 58 suspeitas em investigação, que podem descartar ou confirmar novos casos.

Dos 61 bairros/localidades em que a cidade é dividida, 50 tiveram índice zero de larvas do mosquito e 11 tiveram infestação. Os locais com maior incidência do mosquito foram as regiões da Igreja São José Operário (larvas encontradas em 8,9% dos imóveis visitados pelos agentes de combate a endemias), Escola Malba Tahan (7,7%), Parque do Lago (5,9%) e Jardim Lisboa (5,3%).
Houve infestação alta ainda no Parque Bonfim, Jardim Verde Vale, Parque Dom Bosco, Conjunto Habitacional Sonho Meu, Jardim Colorado, Escola Municipal Souza Naves e Jardim Arco Íris, com índices variando entre 2,0% e 4,3%. Na avaliação por unidade básica de saúde (UBS), em nove das 18 regiões da cidade não foram encontradas larvas. Nas demais, o índice variou de 0,5% a 2,9% – com maior incidência na UBS Bem-Estar, seguida pelo Parque Industrial (2%), Lisboa e Sonho Meu (1,6%) e Centro de Saúde Escola (1,5%).

Quanto à incidência de casos, bairros próximos às unidades de saúde Ouro Branco e São Cristóvão estão em situação de alerta, em 12 UBS urbanas mais o distrito de Roberto Silveira há baixa incidência e apenas quatro unidades de saúde e os demais distritos ainda não tiveram confirmações.

Por isso, o momento exige foco na prevenção. “Temos de manter os cuidados com a limpeza dos quintais, das calhas e cuidados com vasos de flores, além de cobrir eliminar recipientes que possam manter água parada. Enquanto mantivermos a proliferação do mosquito sob controle evitaremos uma propagação maior dos casos, que já vêm aumentando em várias regiões do Estado”, recomendou o secretário municipal da Saúde, Herison Cleik da Silva Lima.

Fotos: PMU

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