Quinta-feira, 15 de novembro de 2018

(44) 2031-0399

(44) 9 9907-2342

Anúncio - Fabio de Carvalho
Anúncio - Dr Ronaldo
Anúncio - Renilde

Foto: Revista Saúde

Zumbido está relacionado à perda de audição em mais de 90% dos casos .

Publicado em 03/03/2018 às 14:07 por Rosi Rodrigues

Nossa vida é enriquecida quando ouvimos sons delicados como uma nota musical da sua música favorita ou o sussurro de um elogio. Para muitos de nós, porém, o prazer em ouvir pode ser suprimido ou até mesmo se tornar uma tormenta quando o zumbido assume o controle. Para boa parte da população, o zumbido é só aquele apito que aparece no ouvido depois de sair de um show ou festa com música alta, para outra parcela ele é um transtorno. Isso porque, para quem sofre com a doença — chamada tinnitus —, trata-se de um desconforto constante. Em 92% dos casos, o problema está relacionado à perda de audição. Já nos outros 8% ela não ocorre e, mesmo assim, essa gente toda padece com o “piiiii” incessante. Os tipos mais comuns de zumbidos podem variar de sons graves a agudos, como o badalar dos sinos, o barulho de um grilo, apitos, assobios, chuva, motor, panela de pressão, abelhas, entre outros, que são identificados em um ou nos dois ouvidos e até na cabeça.

Os principais sintomas do zumbido no ouvido incluem:

• Som de um apito;
• Barulho semelhante ao de uma cachoeira ou a uma cigarra;
• Chiado constante;
• Sensação de ouvido tapado.

A partir da presença de um sintoma semelhante, deve-se buscar ajuda de um profissional capacitado. O mesmo fará perguntas sobre a saúde geral e auditiva, podendo solicitar exames de sangue e imagem, assim como uma audiometria para, então, diagnosticar a verdadeira causa do sintoma. Após a identificação da causa e se ela estiver ligada a uma alteração tratável, a terapia adequada eliminará o zumbido. Porém, em alguns casos, não há cura, como na decorrência de uma PAIR (Perda Auditiva Induzida por Ruído). Nestas situações, existem tratamentos que minimizam o desconforto.

O conhecimento do quadro em questão poderá diminuir o monitoramento pessoal, aumentando a chance de percepção com menos clareza e frequência; deve-se evitar locais silenciosos onde o zumbido possa se destacar; os quadros de ansiedade e depressão devem ser devidamente tratados e o uso do aparelho auditivo, nos casos associados à perda, diminuirá o tinido.

 

ALEXANDRA LOPES RINO

Fonoaudiologia

CRFª/PR 6076 | UMUARAMA

Clínica De Fonoaudiologia E Aparelhos Auditivos

EDIFÍCIO CEMED , 3336 - UMUARAMA/ PR

(44) 3624-9498

Anúncio - Dra Marlene
Anúncio - Dr Antonio