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10 motivos para controlar o açúcar na alimentação das crianças

Publicado em 06/02/2018 às 08:39

Os lanches industrializados fabricados especificamente para o público infantil, como os bolinhos e achocolatados, são verdadeiras bombas de açúcar. A grande maioria dos produtos comestíveis voltados para crianças possui quantidades de açúcar que seriam prejudiciais até mesmo para um organismo adulto – imagine o risco que representam para o corpo dos pequenos!

O consumo diário de excesso de açúcar é a porta de entrada para uma diversidade imensa de doenças crônicas que podem facilmente colocar a vida do indivíduo em risco – considerado o “veneno dos tempos modernos”, oferece riscos compatíveis aos do cigarro e de outras drogas. Mas os perigos do açúcar não acabam aí: além de danificar gravemente a saúde, o açúcar vicia. Quanto mais cedo for introduzido nos hábitos alimentares da criança, mais difícil será para desacostumar o paladar no futuro. Sendo assim, o açúcar na infância representa perigos a longo prazo.

Para saber mais sobre os riscos envolvidos, conheça agora 10 razões para controlar o açúcar na alimentação infantil:

 

CARÊNCIA NUTRICIONAL

O açúcar refinado tem uma enorme quantidade de calorias, que não vem acompanhada de quaisquer nutrientes essenciais – são chamadas de “calorias vazias”. Sendo assim, a criança fica carente de proteínas, vitaminas, minerais e gorduras essenciais, e toda aquela quantidade gigante de calorias se transforma em apenas gordura. Logo, uma alimentação que faz do açúcar como base é altamente problemática, e contribui para a desnutrição da criança.

 

CRESCIMENTO PREJUDICADO

Ainda por decorrência da carência nutricional, o excesso de açúcar na dieta é um prato cheio para proporcionar problemas de crescimento e de desenvolvimento infantil. As “calorias vazias” podem ainda inibir a absorção de determinadas vitaminas e sais minerais, gerando um grave déficit de nutrientes logo no período de maior desenvolvimento na vida de um indivíduo: a infância. Atrasos no desenvolvimento físico e cognitivo podem ser notados nas crianças que exageram no açúcar.

 

IMUNIDADE BAIXA

Estudos recentes demonstram que a entrada de açúcar no organismo age de forma a enfraquecer a ação dos neutrófilos – um dos tipos de leucócito (célula de defesa) mais ativos na tarefa de blindar o corpo contra ameaças externas. O açúcar prejudica a capacidade de resposta dos neutrófilos, fazendo com que a criança fique mais vulnerável à ação de vírus e bactérias prejudiciais – logo na idade onde a criança deveria estar livre, segura e disposta para descobrir o mundo.

 

SAÚDE DENTÁRIA

A consequência mais imediata do consumo de doces aparece na saúde dentária: as cáries. Os pequenos acúmulos de açúcar que se formam entre os dentes depois de comer um alimento muito doce estimulam a interação entre microorganismos patogênicos e promovem o surgimento das cáries – que podem causar dor, desconforto e danos na aparência da dentição. A importância de ter uma alimentação saudável e de cuidar dos dentinhos deve ser ensinada para os pequenos logo nos primeiros anos de vida.

 

OBESIDADE

Nos últimos 50 anos, a obesidade entre a população infantil e adolescente triplicou – quase um terço de todas as crianças está acima do peso saudável e desejado. Além dos problemas emocionais e de autoestima, a obesidade abrevia o caminho para doenças graves como diabetes e hipertensão – preocupações que não deveriam existir na vida de uma criança. Controlar o açúcar é essencial para uma infância saudável e feliz.

 

PERDA DE APETITE

Por decorrência do seu alto teor de calorias (vazias), o açúcar é excelente em provocar a perda de apetite. Logo, a criança toma um lanche com refrigerante e bolachas recheadas, e depois se nega a comer a refeição completa com legumes e verduras, por já estar sentindo-se saciada. Esta é a dimensão do perigo do açúcar: além de ser altamente calórico, pobre em nutrientes e inibir a absorção de substâncias de outros alimentos, ele ainda tira a vontade de comer as opções nutritivas.

 

INSTABILIDADE EMOCIONAL

Quando ingerido com o estômago vazio, o açúcar rapidamente desperta no corpo uma produção exagerada do hormônio adrenalina, relacionado a situações de perigo e tensão. A adrenalina naturalmente provoca ansiedade e excitação, podendo também causar tremores. Quando despertada fora de um contexto real, a adrenalina rapidamente se transforma em cansaço e irritabilidade – o que, no universo infantil, facilmente pode se converter à teimosia e birras. Uma criança que ingere açúcar em excesso pode desenvolver comportamento explosivo e criar, então, dificuldades de relacionamento interpessoal.

 

DEPRESSÃO

Ainda como reflexo da instabilidade emocional, é necessário entender a gravidade dos transtornos de humor desencadeados pela constante alteração nos níveis de açúcar no sangue. O açúcar tem o poder de suprimir a atividade do BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro), proteína secretada em baixa quantidade por indivíduos com depressão ou esquizofrenia. Para não despertar quadros de tamanha gravidade, o açúcar precisa ser administrado com muita cautela.

 

ECZEMA

Estudos recentes encontraram indícios de que o açúcar pode também estar relacionado ao desenvolvimento de eczema (inflamação cutânea) e de diversas alergias alimentares. Isso porque o açúcar refinado tem potencial para danificar as células saudáveis – e o corpo reage com uma resposta inflamatória a este processo. Importante lembrar que a capacidade digestiva das crianças pequenas está em processo de amadurecimento, deixando-as ainda mais vulneráveis ao desenvolvimento de alergias alimentares.

 

SOBRECARGA CORPORAL

O excesso de qualquer tipo de açúcar faz mal para adultos e crianças – mas o grande vilão é o açúcar refinado, que chega ao consumo já com todo o seu valor nutritivo anulado pelo processo industrial. Sua ação no organismo é uma das principais causas de sobrecarga do pâncreas, fígado e rins (sem contar os problemas cardiovasculares).

 

Fonte: agemed.com.br

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